Sábado, 8 de Maio de 2010

Artistas nunca morrem ///▲

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Não importa como o mundo vai. Não importa as voltas que ele dá. As coisas mudam, evoluem, adaptam-se. Só a arte permanece invencível ao tempo e igual a si própria. O que é arte? Telas pintadas? Pedras esculpidas? Cinema? Musica? Nada disso é arte. Isso são criações do homem, modos de se expressar e de fazer outros sentirem e entenderem o mesmo que ele. Mas a arte é mais do que isso. A arte é o homem. Nós somos arte. O acordar de cada dia é o início de uma nova obra. O deitar, o fim desta. No dia seguinte uma nova obra é começada. E repete-se isto. Dia após dia, após dia, após dia...Somos óleo e tela. O acordar é uma tela em branco que ao longo do dia é preenchida com as nossas decisões, sentimentos, actos, palavras. Com o que vivemos numa vida preenchemos milhares de telas. A vida é arte, mas nem todos somos artistas. Não é por pintar telas que um homem pode ser chamado de artista, assim como não pode ser chamado de músico aquele que cria sons e respectivamente musicas. Esses não podem ser chamados de artistas só porque fazem algo dentro de algo. O verdadeiro artista é aquele que, com a sua arte, se sobressai. É aquele que marca os espectadores da sua obra. A vida é arte. O homem é artista. É artista quando, todos os dias, deixa a sua marca nas pessoas em forma de lembrança. É artista quando uma palavra sua é lembrada para sempre por alguém. É artista quando se imortaliza na mente das pessoas que fazem parte da sua vida. Não importa o jeito que temos para a pintura, para a música ou para o teatro. Todos somos artistas pois todos, em algum momento da nossa vida, dizemos ou fazemos algo que para alguém, naquele momento, se torna muito importante. Tão importante ao ponto de o lembrar até ao resto da sua vida. É aí que mostramos toda a arte dentro de nós. Para o bem e para o mal.

Estou a ouvir: Yolanda Be Cool + Dcup - We No Speak Americano
publicado por JoãoVieira às 18:28
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Quinta-feira, 25 de Março de 2010

Esta merda vai mudar ///▲


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Dia 7 vou para a Noruega. Intercâmbio. Ando em aulas de norueguês para passar o tempo. É engraçado até. É melhor que ter aulas a sério. Mas já estou oficialmente de férias. Finalmente. Não tenho ideia do que estou a fazer á minha vida. E ainda bem. Estou bem assim. Ando arrumar com umas coisas que já devia ter arrumado á muito tempo. Ainda tenho na cabeça a madrugada de domingo.21. ela ainda se lembra também. Sei que sim. Sinto-me a voltar ao que sou. E o que tivemos deixou-me a pensar. Não sei para quem é que corro. Mas sinto que tenho de correr para alguém. Porque eu estou cada vez mais necessitado de ter uma pessoa do meu lado. Quem eu quero, por me conhecer tão bem, não me quer. E quem me quer, não consigo querer. Porque nem o coração nem a cabeça me deixam avançar. Estou a acordar. Sinto-me a mudar esta merda toda. A partir de hoje.

Estou a ouvir: Supermode - Tell Me Why
publicado por JoãoVieira às 23:57
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Sábado, 13 de Março de 2010

Vida de estudante é muito fodida///▲

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A maioria nem sabe o que anda a fazer lá. Mas eu digo. Andar na escola só nos faz bem. Não é que foder o cérebro todo com assuntos de merda seja bom. Porque definitivamente não é. Mas tem uns quantos outros aspectos positivos que não envolvem marrar de manhã até á noite. Passo a explicar. As aulas ás 8 e meia. É excelente. De manhã é que se começa o dia. E como diz gente velha, “deitar cedo e cedo erguer...”. Enchemo-nos logo de saúde assim.

 Partimos para outro aspecto. Andar na escola mantêm-nos em forma. A sério. Ou vão dizer que andar a carregar o peso dos livros, ás costas, de um lado para o outro, o dia inteiro, não é desgastante? E se desgasta, queima-vos calorias. Gordas. E isto já sem meter as aulas de educação física ao barulho ou as vezes em que saímos de casa a correr porque já estamos atrasados e mais que atrasados. Mas se não andam a estudar, que andam lá a fazer? Outro aspecto positivo. Vocês não estão sozinhos na escola e existem montes de pessoas interessantes que podem conhecer, conversar… dar uns amassos nos corredores ou foder nas casas de banho. Isto tudo claro, durante os tempos em que deviam estar na sala a apresentar um trabalho importante ou a fazer teste.

 Não compreendo é como há gente que se pudesse escolher preferia ficar na cama todas as manhãs. E fechar-se em casa o resto do dia. Lá no sofá, á frente da televisão, a comer qualquer coisa doce, para criar barriga e engordar como porcos. Tristes.

 Por fim, na vida de um estudante de secundário, ainda há as visitas de estudo,as aulas com professoras boas, viagens ao estrangeiro…Resumindo esta merda toda, vida de estudante não é só livros e tpc’s. Foda-se, devem é pensar que não temos mais nada para fazer.

Estou a ouvir: The Misfits - Dig Up Her Bones
publicado por JoãoVieira às 18:45
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Quinta-feira, 11 de Março de 2010

Porque um dia alguém disse que esta música a fazia lembrar-se de mim///▲

 

E eu nunca entendi porquê, não é o tipo de som que costumo ouvir. Já alguém experimentou andar e mexer em pastas no PC com ficheiros antigos? É impossível que não acabemos a sorrir. Vêm todas as boas memórias ao de cima. Lembrarmo-nos de grande parte do que já vivemos. Será este a sensação de envelhecer? Olhar para trás e sorrir pelo que já passou? Não sei. Só sei que hoje me lembrei do dia em que ela me mandou esta música dizendo que sempre que a ouvia era eu que lhe vinha á mente.

 

publicado por JoãoVieira às 22:27
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Quinta-feira, 25 de Fevereiro de 2010

Dinheiro não compra amor. Dinheiro compra mais do que isso///▲

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É, talvez, a maior treta alguma vez contada. As pessoas criaram a ilusão de que dinheiro não traz felicidade, mas isso não é verdade. Isso não passa de paleio de pobre. Uma desculpa para justificar a falta de nota no bolso. Justificam a falta de riqueza ao dizerem que apesar da ausência do que é importante, se é na mesma feliz. Não é verdade. É feliz talvez quando o mês acaba e o desgraçado recebe pelo esforço do mês inteiro. Mas ainda o mês vai a meio e o homem já passa dificuldades.

 Pobre é pobre, mas diz que tem amor. Mas se ele fosse rico nada o impediria de ser igualmente amado. Ou talvez fosse mais amado ainda. Quem é que se importa com bolsos rotos? A verdade é esta. Dêem fortunas a um sem abrigo sem filhos nem família. Ele vai comprar casas, comida, jóias, sexo, carros…com isso tudo ele não pensaria em amor. Isso nem sequer lhe iria fazer uma mínima falta na sua luxuosa vida.

 Ele terá tudo. E mesmo sozinho ele conseguirá ser feliz. E porque? Tudo que o dinheiro compra não desilude. Os luxos não nos conseguem desiludir. E melhor. Irão durar para sempre. Como eternos diamantes. O amor não. Tão fantástico que é acaba por desaparecer aos poucos. Auto-degradável. E à medida que se destrói a si próprio, destrói também a nós. Dá-nos uma falsa ideia de felicidade. A consciência disso só vem depois. No fim de tudo e no começo da desgraça da alma.

 

Estou a ouvir: Sugarman 3 - Take It As It Come
publicado por JoãoVieira às 22:11
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Terça-feira, 16 de Fevereiro de 2010

História do costume ///▲

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Ele conhece ela. Ela apaixona-se por ele. Ele caga para ela. Ela afasta-se de ele. Ele começa a dar-lhe valor. É sempre esta merda. Vezes e vezes sem conta. Só valorizamos as pessoas quando já não as temos. O amor só acontece á última da hora.

 Julgamos sempre que as prendemos a nós e depois vem a realidade abrir-nos os olhos. A realidade é fodida, e o amor também. E agora encontro-me mais uma vez nisto.

 Sinto a tua falta. Tu sabes. Estou outra vez sozinho. Já te disse. Mas desta vez estou porque quero. Porque decidi afastar de mim todos os que me fodiam e riam-se por trás. Mandei foder quem só se lembrava de mim quando precisava de alguma coisa da minha parte. Mandei foder também quem só estava comigo enquanto alguém melhor não aparecia. Mandei foder toda a gente que nada de bom me trazia. E agora estou sozinho. Sozinho e vazio. Não estou nem bem nem mal. Simplesmente não estou. Nem aqui nem em lado nenhum.

 Quando decidiste partir eu acreditei que voltasses ao fim de alguma reflexão da tua parte. Disseste que não o farias. Mas tens voltado aos poucos. Tenho sentido a tua presença de novo. E estou a esforçar-me para não voltar a estragar tudo outra vez. Mas é tão difícil entender-te. Torna-se ainda mais complicado quando a minha personalidade nada tem de comum com a tua. Somos o perfeito oposto um do outro. Noutro mundo não somos compatíveis. Mas no meu…eu acredito que vou conseguir.

 

Estou a ouvir: Black Kids - Im Not Gonna Teach Your Boyfriend How To Dance
publicado por JoãoVieira às 19:37
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Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2010

Depressão ///▲

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Tenho saudades do verão, da praia, das tardes de calor, e das noites quentes. Saudade de ver gente bonita a passear na rua com pouca roupa. Saudades das saídas e do que se vive nessa altura. Preciso da alegria que o sol trás. O inverno deixa-me numa constante depressão. Há qualquer coisa no mês de Agosto que nos muda. É a alegria e sensações que vem com o calor nessa altura do ano. Parece que andamos excitados 24 horas por dia, durante 7 dias por semana. O que melhor nos pode acontecer na vida parece que tem tendência a acontecer debaixo do sol quente dessa estação. O sexo é melhor, ninguém pode negar isso. Parece que o calor une os corpos. É sexo na água, em casa de banho, na sombra, na praia, nas barracas. Fodemos em qualquer hora e em qualquer lado. E é a estupidez dos amores de verão, aqueles romances tórridos mas com um limite de tempo. Terminam assim que o verão chega ao fim. Nunca gostei muito disso mas o que é engraçado é que parece que quando queremos que esses amores durem para além do verão, e fazemos por isso, eles parecem não aguentar muito mais tempo que isso. Ou então o problema sou eu. Deve ser da falta do sol de Agosto. O que eu sei é que preciso de tudo isso de volta antes que estes dias cinzentos dêem cabo de mim. Estou mesmo farto da puta de escola. De estar fechado dentro de 4 paredes. Durante um dia inteiro.5 dias por semana. Preciso de férias caralho!

 

 

É a Joaninha,clica na imagem.

Estou a ouvir: 1º Set 2010 produzido por dj Miguel Pinto// radioutopia.net
publicado por JoãoVieira às 15:15
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Domingo, 7 de Fevereiro de 2010

Tempo e espaço ///▲

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Quero permanecer aqui, nos mesmos lugares, na mesma cidade mas…quero voltar atrás, a um tempo que já me pertenceu.

 Eras minha. Foi essa a ideia que me fodeu a vida. Julgar que estarias comigo para sempre, independentemente dos meus actos e estupidez. Não ficaste. Tínhamos o futuro para nós. Montes de histórias só nossas. Tínhamos planos e promessas, promessas e planos. Todos eles destruídos no dia em que decidiste afastar-te de mim. Só nesse dia é que acordei para tudo.

 Há bastantes coisas de que me arrependo todos os dias de as ter feito. Hoje todas elas decidiram esbarrar-se contra mim. E foi hoje enquanto eu estava sozinho, a procurar um pouco de paz interior, que te vi. Veio-me tudo a cabeça. Os dias. As brincadeiras. As palavras. Os textos. A minha vida nunca mais foi a mesma desde que te perdi. É com a maior sinceridade que te digo isto. Não posso voltar para ti. Já tens alguém. Só me resta esperar que um dia uma pessoa como tu apareça na minha vida com a mesma vontade de me fazer feliz que tu tinhas. Não estou muito optimista acerca disso. Não mesmo. Mas quero acreditar que esse dia vai chegar.

 Se hoje pudesse, dava tudo para te ter de volta, largava tudo por ti. O que tenho e o que não tenho. Toda a minha vida, todas as minhas posses, todas as minhas conquistas, grandes histórias e memorias que vieram depois de ti. Largava tudo, sem hesitar. Sem pensar duas vezes. Porque se alguma vez fui feliz, então essa vez foi contigo.

Gostava que um dia lesses isto. Não vai acontecer.

 

Esta cidade perdeu o significado para mim. Preciso de ir embora daqui.

 

Estou a ouvir: Stardust - Music sounds better with you
publicado por JoãoVieira às 20:33
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Sábado, 6 de Fevereiro de 2010

Que se foda a conversa, vamos já foder///▲

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É tipo de coisas que não consigo entender, duas pessoas a falar, enrolar assunto, meter para lá paleio, mas no fundo o que ambos querem é comerem-se um ao outro. A vida é tão curta e esta gente a gastar o tempo, que ainda tem, em conversas e coros quando podiam ser directos tanto nas palavras como na acção.

 Porque não dizem o que pensam e o que querem? E se possível sempre. Querem manter a postura? Mostrar que são uma coisa que no fundo não são? Ou então não o fazem por vergonha? Talvez o que vos impeça seja o facto de não quererem ser mais uma para ele…querem ser diferentes. Mas reparem, vocês nunca serão alguém. Porque não vão conseguir marcar essa pessoa o suficiente para nunca serem esquecidas. Não conseguem mesmo. Quer queiram, quer não, todos estamos condenados ao esquecimento. Mais tarde ou mais cedo. Porque vai acabar por aparecer alguém que vai ser muito melhor que nós. E mesmo que sejamos nós “os melhores”o tempo vai acabar por nos foder e aí sim, teremos a recordação que nos pertencia gasta e seremos só mais uma pessoa…mais uma pessoa a ser esquecida.

 Libertem-vos dessas ideias. E caguem para os que os outros pensam e dizem do que vocês fazem ou do que deixam de fazer, porque se vocês vivem em função disso estão mesmo fodidos. O povo sempre falou. Merda sempre saiu daquelas bocas. Coitado de quem é atrasado. Se preferem continuar a deitar fora tempo da vossa vida que podia ser aproveitado da forma que querem, seguindo os vossos impulsos e emoções…então aí já é um problema vosso. E se não são felizes então é porque não querem.

 O diálogo entre duas pessoas é importante sim. Mas quando está tudo a vista de ambos as palavras deixam de ter significado para o que quer que seja.

 Vamos foder. Falamos no fim.

 

Estou a ouvir: Cansei de Ser Sexy - ALALA
publicado por JoãoVieira às 19:42
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Quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010

Tempo e espaço...///▲

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Se pudesses voltar atrás no tempo…o que mudavas na tua vida?

 

Estou a ouvir: Classixx ft Jeppe - I_ll get you
publicado por JoãoVieira às 00:23
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