Quarta-feira, 13 de Janeiro de 2010

É mesmo///▲

SABEM QUANDO NÃO ARRISCAMOS PARA FICAR COM ALGUEM, POR MEDO OU OUTRAS RAZOES, E MAIS TARDE QUANDO ESSA HISTÓRIA JÁ ESTÁ MORTA DESCOBRIMOS QUE TUDO TINHA SIDO DIFERENTE SE NAQUELA ALTURA TIVESSEMOS A CORAGEM DE TER TIDO AQUELE PEQUENO GESTO QUE MUDARIA A NOSSA VIDA? A VIDA É MESMO UMA MERDA NÃO É?

publicado por JoãoVieira às 23:56
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Quarta-feira, 6 de Janeiro de 2010

Amor em tempos de hi5

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Foto por Jozé de Abreu

Esqueçam as cartas, as serenatas, as declarações à frente dos pais, e as figuras tristes para provar o que sentimos. Estamos no século XXI, o amor acontece à distância de um clique, em qualquer computador com ligação à internet. Não há cá vistas nenhumas, é amor ao primeiro email.

 Amor hoje: As pessoas criam uma conta numa rede social, conhecem outras pessoas do sexo oposto ou do mesmo sexo. Começam a falar e acabam por se tornarem intimas pela internet. Namoro e diálogo por msn. Foder é pela Web, obviamente não é tão bom mas fica ao critério de cada um escolher o que prefere. E se um dia também der para engravidar por este meio, recebendo o esperma do companheiro por email (deve ser um spamERMA), então engravidasse também online.

 Para quê abandonar o lar e correr mundo à procura da cara-metade? Quando podemos sempre sentirmos realizados ao conhecer alguém que tem uma imagem de apresentação muito bonita, que provavelmente está cheia de photoshop? Este programa tem feito muitas almas felizes ao tornar possível o milagre de transformar grandes monstros em verdadeiras princesas de contos de fadas. Obrigado Senhor por esta magnifica criação, pena é que não dê para adaptar à vida real…porque pessoalmente o susto continua o mesmo. Por isso às vezes o melhor é mesmo ficarmo-nos pela internet, não vá a experiencia em pessoa estragar o romance. Quantos gajos já não se arrependeram depois do primeiro encontro a dois? (”jasuuuuus, ela é tão feiaaa, onde está a minha mãe?”).

 A partir do momento em que o ser humano criou o amor e sexo virtual eu posso dizer, com toda a certeza, que atingimos os extremos da dependência de internet.
 Se continuarmos deste modo, no futuro podemos esperar um estilo de vida que se resumirá a masturbações feitas à frente dos computadores por pessoas que vivem fechadas nos seus quartos, isoladas do mundo real, possuídas por uma falsa sensação de amor, amor esse por outras pessoas com quem nunca estiveram na vida mas que têm mais de 3000 amigos no facebook, hi5 ou twitter.

 Outra vantagem espectacular em tudo isto é que quando o tráfego da paixão acaba em cada um é só “Bloquear” e depois “apagar contacto”, e está o assunto arrumado de todo.

 

Estou a ouvir: Kid Cudi - I Poke Her Face (Feat Kanye West , Common)
publicado por JoãoVieira às 03:10
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Domingo, 3 de Janeiro de 2010

Oportunidade de um vida ///▲

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Foto por Erotica

Tínhamos tudo. Tínhamos o mundo para nós e todo o tempo que quiséssemos. Tínhamos a liberdade de fazermos o que queríamos sem quaisquer limitações. Nunca precisamos de estabelecer algo sério entre nós porque sabíamos que íamos sempre estar presentes um para o outro. Falávamos o tempo todo. Sexo era um assunto que ocupava a maior parte desse tempo. Estávamos algumas vezes juntos e era como tu dizias, “fazíamos tudo em qualquer lado, como nos filmes”. Andávamo-nos a comer em todos os lugares onde e quando a vontade e indecência surgisse.

 Eu dei-te a oportunidade de teres uma vida diferente. Dei-nos a hipótese de viver com quem quiséssemos, comer quem quiséssemos, foder com quem quiséssemos…porque no fim iríamos continuar lá, um para o outro. Eu vivia a minha vida, tu vivas a tua…e era no cruzamento de ambas que nós nos encontrávamos, para uma sessão de sexo num espaço público, ou para simplesmente conversarmos.

 Eu dei-te aquilo que muito provavelmente mais ninguém te poderia dar. A oportunidade de seres feliz, a partir desta forma. Vivias como querias, não sofrias. Nada te poderia deitar abaixo porque tu… Tu estavas comigo no topo do mundo. Estávamos acima de tudo e todos.

 Tu preferiste uma vida normal. Uma vida como toda a gente leva. Namorado, um relacionamento sério, dramas amorosos, e choros estúpidos por razões incompreensíveis que podiam facilmente ser evitadas. A falta de atenção dele para ti, os compromissos e “amigas” que parecem ter mais prioridade que tu, namorada dele, são a prova que estás mesmo a conseguir viver uma vida assim. Uma vida que não caminha para felicidade mas que se questiona porquê.

 O teu “A” magoa-te, ignora-te e trai-te. E como diz a sabedoria popular, “o pior cego é aquele que não quer ver”.

 Apesar do triste fim da nossa “aventura” não me arrependo de nada que fiz, e se fosse hoje faria tudo da mesma forma, ou ainda melhor.

 

Post dedicado à Ana Cristina, pelo bons velhos tempos.

 

 

Estou a ouvir: Shinichi Osawa - Our Song
publicado por JoãoVieira às 03:39
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Quarta-feira, 23 de Dezembro de 2009

RESET à puta da vida.

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É isto. Perdi tudo que de valor a minha vida tinha. Todos os pilares que me suportavam. Todas as pessoas que amei, deixaram-me. Todas que prometeram ficarem comigo para sempre, partiram sem mim. Nem mais um “Amo-te” na minha vida, nem mais uma palavra de consolo.

  È sempre a mesma merda. Já me acontece tantas vezes ver pessoas importantes partirem que deixou de ser uma sensação de dor e mágoa para passar a ser mais um déja vu. Mas mesmo assim, custa sempre.

  Não falo disto de modo a acabar favorecido. Nem preciso de contar as histórias a caírem para o meu lado, não quero que as pessoas tenham pena de mim. Não preciso dessas merdas que muita gente usa para se fazerem de coitadinhas.

 Sou também uma Puta. Sim sou uma puta, como toda a gente. Todos somos uma Puta. Mas não sou tanto como algumas pessoas. Nem metade do que algumas pensam que sou.

  Sei que falhei. Tenho completa noção disso. Falhei redondamente em tudo que sou e que fui. Falhei como amigo, como melhor amigo, como namorado, como companheiro, como colega mas… tenho a coragem de o admitir. Não tenho orgulho nenhum em o dizer mas tenho a coragem de o assumir.

  O que me consola é saber que em alguns dos casos não errei sozinho. E se as coisas não aguentaram não foi só minha culpa. Como costumava dizer alguém “quando uma amizade termina, não é só culpa de um lado, mas sim de ambos”.

 Para o ano uma nova vida começa para mim, espero. Tenho uma página completamente em branco á minha frente e terei que enfrentá-la.

 A vida é como uma máquina de jogos. Agora este jogo acabou e estou sozinho, a esperar que alguém apareça, e que insira uma moeda na ranhura para assim começar uma nova aventura a três dimensões .

  Ainda não estamos em 2010 e já perdi o que considerava de mais importante.

///INSERT COIN

 

Hoje estou: morto
Estou a ouvir: Nerina Pallot - Real Late Starter (Superpowerless mix)
publicado por JoãoVieira às 02:51
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Terça-feira, 22 de Dezembro de 2009

És um bocado puta.

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Estou a ouvir: Dennis Ferrer - Hey Hey
publicado por JoãoVieira às 15:48
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Terça-feira, 15 de Dezembro de 2009

História erótica do coisar, coiso e coisa

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Era uma vez…um casal de namorados, que já andavam à coisa de meio ano. Um dia decidiram coisar os dois. Combinaram uma coisa juntos na casa de um deles, vestiram uma coisa mais formal, coisaram o cabelo,e lá foram coisar.
  Já no quarto dela, coisaram-se na cama, ela coisou-se em cima dele, e ele coisou-lhe a camisola, começou a coisar as coisas dela e ela sentiu-se coise. Então ele coisou-se para ela e disse:
 -Quero que me coises!
 -Que te coise?-disse admirada.
 -Sim! Coisa-me todo!
E lá foi ela obedecer à coisa que o seu amor lhe pediu. Foi coisando-lhe o corpo, coisou-lhe o fecho das calças e coisou-o mesmo como ele queria. Ele gostou e coisou-a também logo a seguir. Quando já estavam completamente coises ele coisou-a com muita força. Ela como era a primeira vez que coisava, coisou-se de dor e gritou:
 -AI AMOR!QUE COISA!

 -Já não queres coisar??- perguntou ele um pouco confuso
 -Quero! Coisa-me mais,coisa-me muito.
E ele continuou a coisa-la como ela pediu…ela coisou-se de prazer.
-Estou quase a coisar amor!-disse o rapaz

-Não coises já!- disse ela- aguenta mais um pouco.
No fim coisaram juntos.
 Deitaram-se completamente coisos na cama. Ela virou-se para ele e coisou:
 -Gostei de coisar contigo coiso.
 -Queres coisar outra vez? – coisou ele.

Coiso

Coisa .detesto esta palavra ,e todas os seus derivados como coiso,coisar,coisão,coisinha… è um termo inútil e estúpido, que para ser compreendido tem que ser traduzido antes. Por isso… Não falem em meias coisas, sejam objectivos no que dizem.

 

Hoje estou: coiso
publicado por JoãoVieira às 00:01
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Domingo, 6 de Dezembro de 2009

CATARINIA 1991-2009

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Dizem que a nossa vida muda a partir dos 18 anos, hoje completas essa idade e viverás o resto da tua vida sem mim porque para mim hoje morreste.

 Vou tentar convencer-me de que nunca exististe, mas não é por não te amar, porque sei que te amei mesmo que nunca tenhas acreditado em nenhum “amo-te” vindo da minha boca mas mesmo assim parecia que estas palavras te estimulavam, gostavas de ouvi-las mesmo que não tivessem nenhum significado para ti. Nunca soubeste o que é amar, nunca sentiste isso por ninguém, tu própria o admitiste. A única coisa que sentias por mim era um estranho sentimento de posse, achavas que eu era teu e passavas-te se alguém mais dissesse o mesmo de mim, mas eu queria mesmo ser teu porque te amava, e isso levava-me a fechar os olhos a todas as merdas que me fizeste, perdoando-te todas as tuas mentiras que dizias só porque te dava prazer magoar-me, mesmo que te magoasse a ti mentir arranjavas, não sei onde, uma força enorme para mesmo assim o fazeres, mas eu sabia quando mentias, conheço-te tão bem, e por te conhecer assim sei que nunca irás mudar, então mudarei eu. Prosseguirei a minha vida sem ti, sem que vai me custar muito mesmo, mas o que me dá um conforto enorme cá dentro é saber que essa dor não vai permanecer comigo para sempre.

 Fui tão burro em te dedicar todo este tempo da minha vida, nunca mereceste nada. Nunca mereceste as oportunidades que te dava, nunca mereceste os meus esforços, não mereceste sequer quando esqueci o que se passou no verão e convencido que estarias diferente, eu voltei para ti. Fui tão burro, tão burro, tão burro!

 Há dias em que uma pessoa não devia se levantar da cama. Ontem foi um desses dias. Levantei-me cedo, tomei banho, e de seguida apanhei comboio para o porto. Sinceramente com a falta de vontade para tudo com que me encontro eu não iria de jeito nenhum fazer isso. Mas havia uma razão muito forte que me fez levantar e deslocar-me para tão longe. TU. Foste a única razão que me fez levantar da cama num dia como o de ontem. O querer estar contigo e ver-te outra vez. O querer ouvir a tua voz. Mas valeu a pena ter feito isso por ti? Valeu a pena ter-me deslocado para tão longe por ti? Não. Trataste-me com indiferença e foste embora sem te despedir sequer. Como se tivesses razão para estares chateada comigo. Não tinhas nenhuma razão racional para isso mas foste assim embora.

Como te disse por telemóvel…nunca mais irei fazer nada por ti, não mereces nada vindo de mim. Sinto vergonha de mim próprio quando as pessoas me perguntam porquê que apesar de tudo o que me fizeste eu continuo a dar-te o meu tempo. Isso não vai acontecer mais.

 Fingirei nunca ter ouvido o teu nome, e irei dizer que não te conheço a todas as pessoas que me falarem de ti.

 

Hoje estou: mal
Estou a ouvir: Gun N' Roses - Yesterdays
publicado por JoãoVieira às 14:55
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Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009

E se todas elas tivessem um botão assim?

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Não há dúvida que a publicidade na internet usa formas cada vez mais criativas de chamar a atenção. E acabam mesmo por conseguir. A mim esta publicidade aqui em cima chamou-me não só a atenção como ainda me fez pensar….e se todas as mulheres tivessem um botão assim? Não seria o mundo um lugar melhor? De certeza que sim…Acabavam as queixas delas em relação ao mau sexo, às preliminares (ou á falta delas), e todas essas coisas que as mulheres se queixam em alguma altura da sua vida (elas queixam-se de tudo, eu sei, mas neste momento só me refiro a sexo).

Mulheres felizes, homens satisfeitos. Mulheres insatisfeitas, homens a padecer. Sim porque quando elas estão mal com algo dispensam mais tempo a encher-nos a cabeça do que a explicar-nos como podemos melhorar. E na maior parte das vezes nem chegamos a perceber o que está errado. Elas preferem pôr-nos a adivinhar. Pensam que somos videntes ou o caralho. Às vezes a culpa do mau estar delas nem é nossa mas acabamos por levar igual, por tabela.

Só de imaginar…O que um botão daqueles mudava. Era o jackpot na vida de cada homem, e a felicidade na vida de cada mulher. E o melhor é que é das poucas coisas boas que não tem qualquer aspecto negativo para nós ou elas…pelo menos não me ocorre agora nenhum.

Hoje estou: sem vontade de ter geometria
Estou a ouvir: Florence the Machine - You've Got the Love
publicado por JoãoVieira às 21:52
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Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009

A Mulher,As suas datas

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“Amor sabes que dia é hoje?”-Quarta-feira? - Penso para mim - “ Hoje faz 2 meses que começamos a namorar”-dizem elas, como se não soubessem já que não tenho pachorra para decorar estas coisas. Mas elas adoram. As mulheres devem ter alguma paranóia com isso, gostam de dar significados especiais a tudo que é dia.”ai amor ,hoje faz um mês que tivemos naquele lugar “;”ai amor hoje faz uma semana que fomos ao cinema “;”ai amor hoje isto…hoje aquilo”e continuam até o cérebro delas não ter mais espaço para guardar datas, deve ser uma parte do cérebro que os homens não possuem, uma parte que se dedica por completo á memorização deste tipo de coisas.

 Mesmo quando já não são namoradas eles memorizam tudo! “Hoje faz 3 meses que acabamos” dizem como se tivesse alguma importância para mim. E depois por acharem tal dia importante para elas, mesmo que não o seja assim tãooo importante, elas esperam sempre receber alguma coisa, como se por acaso fosse Natal. E fodem-me o dinheiro e consequentemente fodem-me a cabeça. Nunca tive jeito nenhum para escolher prendas, muito menos para surpresas. É um dos meus fracos, prefiro que sejam elas a escolher o que querem. Nunca memorizei datas, seja como for elas insistem em avisar com alguma antecedência para não correr o risco de eu chegar ao dia de mãos a abanar.

 O tempo. O principal mal. Cansa o amor, a relação, ou lá o que há entre duas pessoas. Dar o que se tem ao tempo, é para mim, o pior que se pode fazer a algo que dizemos estimar muito. O tempo cansa-nos, torna-nos cada vez mais fracos. Não entendo o significado de dar tanta importância ás datas, da mesma forma que não entendo porque se sentem mal quando me esqueço delas. Chateiam-se como se todo o meu amor dependesse de eu memorizar aquela data a todo o custo na minha cabeça.

 As pessoas costumam dizer “no início de uma relação é tudo muito bonito, nunca há problemas mas depois…”. Normalmente esse alegre período dura 3 ou 4 meses. A maior parte das minhas relações não durou nem metade disso, vai-se lá saber porquê... Mas essa acaba por ser a razão para eu não, nem querer sequer, decorar datas. Porquê que o tempo tem de passar? E porquê que nós temos de dar por isso? Não decoro datas, não quero, por mim nunca o irei fazer.

 Quero parar o tempo no início de cada relação. Ficar para sempre nos bons momentos. E evitar sempre, com todas as minhas forças, que a altura dos problemas, das discussões e dos altos e baixos chegue e nos faça tremer e sentir mal ao ponto de nos fazer arrepender de tudo que sentimos.

 

Hoje estou: pouco inspirado
Estou a ouvir: Frank Sinatra-My Way
publicado por JoãoVieira às 21:11
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Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009

Dor de saber o que perdi.

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Tenho saudades tuas, é tudo que tenho para te dizer, tenho saudades de falar contigo logo de manhã,e saudades daquelas tardes que não foram nada do outro mundo, mas que para mim significaram muito. Fez-me bem esse tempo contigo e se agora tivesse tudo o que o mundo tem de bom na minha mão e tivesse de escolher entre isso e estar contigo outra vez então eu não hesitava, escolhia-te a ti.

Tenho meu computador cheio de fotos tuas elas tornam-se o meu refugio numa grande parte do tempo, e só Deus sabe o que eu sinto ao vê-las, custa-me muito mesmo, é a dor da saudade misturada com o prazer de saber o que eu já vivi.

Se um dia voltar a estar contigo eu não me vou esquecer de te dizer isso. Se não voltar a estar, tenho ao menos a recordação daquela tarde que para mim substituía tudo na minha vida. Todos os luxos, toda a riqueza, todo o sexo.

Não sei o que é feito de ti, não sei como vais, nem sei se estás bem assim. Houve muita gente que entrou e saiu da minha vida. Tu foste uma delas, a que menos tempo esteve dentro dela sim, mas a única que me marca até hoje

 

Estou a ouvir: Justin Martin - Sad Piano (Charles Webster Remix)
publicado por JoãoVieira às 19:09
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