Sábado, 23 de Janeiro de 2010

Conversas de café #2 ///▲

R- As raparigas de hoje já não são o que eram...
Eu- Graças a Deus.

publicado por JoãoVieira às 14:08
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Quarta-feira, 20 de Janeiro de 2010

Conversa extra-ordinária///▲

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-O que tu queres sei eu.

-E o que é?

-Tu sabes.

-Diz-me o que eu quero… vá diz...

-Queres fazer comigo o que a primavera faz com as cerejeiras.

-Sim, quero-te foder.

-Eu sei...

publicado por JoãoVieira às 14:33
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Domingo, 17 de Janeiro de 2010

Utopia///▲

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Imaginem…uma sociedade organizada racionalmente, onde todos vivemos de forma igual. Uma sociedade que acabou com as desigualdades e vive livre de pobreza, pecado ou de qualquer outro sofrimento relacionado.

 Quantos de nós não sentiu já necessidade de fugir para um lugar assim? Este mundo corrompe-nos, magoa-nos, mata-nos…todos nós idealizamos um lugar melhor, bem longe daqui, onde tudo é perfeito, a mentira não existe. Onde não teremos que trabalhar para viver, nem de estudar para sermos alguém.

 Continuem a imaginar... Um mundo onde todos mudamos, quebramos as nossas limitações. Uma nova era. Onde todos vivemos felizes e ninguém conhece o significado de dor. A paz no mundo não é mais um sonho, é a realidade em que se vive. Não se houve falar de Sida há décadas e falar de fome e sem abrigos é uma situação tão surreal que até se torna uma piada.

 O que nos impede de viver assim? Ninguém para além de nós próprios. Nós vivemos o modelo de realidade que criamos, não vemos mais nada para além disso. Fechamos a nossa mente a tudo que vai para além desse modelo. Somos um bando de formatados. Vivemos de rotina, e as ideias que temos não as levamos avante, fechamo-las no ponto mais escondido da nossa mente, e apagamo-las. Esperamos que o progresso apareça, mas não ganhamos ainda consciência que ele vem de dentro de cada um.

 Somos uns tristes, e só seremos felizes quando nos desligarmos de tudo a nossa volta e começar-mos a pensar pela nossa cabeça. Vamos voltar-nos para nós próprios, rejeitar o senso comum, mudar toda a nossa visão do mundo, idealizar aquilo que queremos e fazer-nos a estrada para o conseguir.

 A utopia não existe, nem fiquem a espera que o nosso modo de vida mude radicalmente. Se estão parados a espera que a felicidade venha ter convosco então bem podem continuar a espera dela até à hora da morte, que é quando vão ter todo o descanso e paz que desejam. A utopia é fruto da mente de cada um. É a idealização de uma civilização ideal, fantástica, irreal…então porque não tirar cá para fora todas essas ideias fantasiosas e viver num modo absurdamente optimista, vendo apenas as coisas da forma que queremos que elas sejam? Eu vivo, assim sempre vivi. A dada altura da minha vida desliguei-me da realidade, só via o que queria, não via televisão porque me deprimia ouvir falar, de crise, fome, mortes. Era feliz assim, não digo que não…a poucos dias liguei outra vez a televisão para ver o noticiário. E qual a situação com que eu me deparo? Desastre natural mata mais de 100 mil pessoas no Haiti. Senti-me mal. Arrependi-me de ter ligado a maldita televisão.

 O que nos deprime e entristece-nos é este mundo e como nele se vive. O que nos dá motivação são os nossos sonhos, é deles que temos de viver.

 

 Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo”

Álvaro de Campos

 

Estou a ouvir: Babylonia, Born Again 09 (Balearic Soul Club mix)
publicado por JoãoVieira às 18:20
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Domingo, 10 de Janeiro de 2010

A merda também sai da boca do povo

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O povo sempre foi muito criativo na hora de falar da vida dos outros, e quando as historias que circulam por aí são tristes, aborrecidas, banais, o povo adora dar-lhe “um pouco “ mais de acção interessante. As historias ganham pontos novos em cada boca por onde passam, fazendo assim com que estas, mesmo sendo na realidade mais que normais, se convertam em verdadeiros escândalos sexuais. A língua do povo sempre foi bem grande, e lambe a vida de cada um como um puta. Praticamente já todos fomos alvo de calúnias, difamações e outras coisas resultantes da imaginação e boca das pessoas, esses seres nojentos.

 Também eu já passei por isso, sei bem a merda que é, e o nojo que mete. O facto de não puder estar com alguém ou não puder fazer isto porque há, do outro lado do passeio, um ser que acaba por ir a contar alguém uma versão alterada daquele instante. Mas eu estou farto dessa merda pá! Farto de tristes como vós! Ganhem uma puta de uma vida própria!

 Um dia ainda vou entender porque que há gente na minha escola que de certo modo me deve adorar, e por isso passa a vida a inventar cenas estúpidas sobre mim, sobre a minha vida, e sobre as pessoas que me acompanham. Sim, eu sei, a vida é injusta e tu não compreendes como é que um triste como eu tem tanta sorte nela. Por isso tentas destruir a imagem que levo, por gozo e porque me odeias.

 Tu odeias-me mas a tua namorada adora-me. Adora-me, ama-me, come-me…a tua namorada mas também a tua ex-namorada, a tua amiga colorida, a gaja que andas a comer às escondidas, até a gaja que davas o tomate esquerdo para a comer.

 Este filme ronda a tua cabeça e isso não te agrada em nada. Por isso perdes o teu tempo a espalhar por aí merdas sobre eu ter dito isto e aquilo sobre aquele e o outro…mas disse? Não me lembro, mas de certeza que sim, já que falas com tanta convicção então só pode ser verdade. Andar a espalhar que eu ando a meter-me com a namorada do teu amigo? O teu amigo ainda nem a conhecia e eu já falava para ela, mas pronto, se é para levar as coisas assim... Sim, eu ando a meter-me com a rapariga dele e nós até nos andamos a comer durante a semana, aos fins da tarde, nas casas de banho das senhoras. Depois vens por aí dizer que quero bater em não sei quem e não sei quantos…achas que estou para sujar as minhas mãos naquilo que eu ia acabar por achar uma perca de tempo? Claro que sim. Chegas mesmo a desesperar por ninguém te ouvir, e tentas fazer o pessoal acreditar que eu sou gay…eu sou gay sim, e a tua irmã é um homem. Podes continuar a inventar as merdas que quiseres, independentemente do que disseres eu estou-me a cagar para ti e por isso vou-te dar sempre razão.  

 Eu sou tudo o que quiserem, por isso invistam bem o vosso tempo a inventar todas as merdas que conseguirem. Mas lembrem-se que também eu sei inventar historias…

Continuam na vossa merda de vida que se baseia na vida dos outros, não vos dou mais um caralho da minha atenção.

 

Estou a ouvir: Le Castle Vania - Nobody Gets Out Alive
publicado por JoãoVieira às 20:24
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Quarta-feira, 6 de Janeiro de 2010

Amor em tempos de hi5

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Foto por Jozé de Abreu

Esqueçam as cartas, as serenatas, as declarações à frente dos pais, e as figuras tristes para provar o que sentimos. Estamos no século XXI, o amor acontece à distância de um clique, em qualquer computador com ligação à internet. Não há cá vistas nenhumas, é amor ao primeiro email.

 Amor hoje: As pessoas criam uma conta numa rede social, conhecem outras pessoas do sexo oposto ou do mesmo sexo. Começam a falar e acabam por se tornarem intimas pela internet. Namoro e diálogo por msn. Foder é pela Web, obviamente não é tão bom mas fica ao critério de cada um escolher o que prefere. E se um dia também der para engravidar por este meio, recebendo o esperma do companheiro por email (deve ser um spamERMA), então engravidasse também online.

 Para quê abandonar o lar e correr mundo à procura da cara-metade? Quando podemos sempre sentirmos realizados ao conhecer alguém que tem uma imagem de apresentação muito bonita, que provavelmente está cheia de photoshop? Este programa tem feito muitas almas felizes ao tornar possível o milagre de transformar grandes monstros em verdadeiras princesas de contos de fadas. Obrigado Senhor por esta magnifica criação, pena é que não dê para adaptar à vida real…porque pessoalmente o susto continua o mesmo. Por isso às vezes o melhor é mesmo ficarmo-nos pela internet, não vá a experiencia em pessoa estragar o romance. Quantos gajos já não se arrependeram depois do primeiro encontro a dois? (”jasuuuuus, ela é tão feiaaa, onde está a minha mãe?”).

 A partir do momento em que o ser humano criou o amor e sexo virtual eu posso dizer, com toda a certeza, que atingimos os extremos da dependência de internet.
 Se continuarmos deste modo, no futuro podemos esperar um estilo de vida que se resumirá a masturbações feitas à frente dos computadores por pessoas que vivem fechadas nos seus quartos, isoladas do mundo real, possuídas por uma falsa sensação de amor, amor esse por outras pessoas com quem nunca estiveram na vida mas que têm mais de 3000 amigos no facebook, hi5 ou twitter.

 Outra vantagem espectacular em tudo isto é que quando o tráfego da paixão acaba em cada um é só “Bloquear” e depois “apagar contacto”, e está o assunto arrumado de todo.

 

Estou a ouvir: Kid Cudi - I Poke Her Face (Feat Kanye West , Common)
publicado por JoãoVieira às 03:10
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Quarta-feira, 23 de Dezembro de 2009

RESET à puta da vida.

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É isto. Perdi tudo que de valor a minha vida tinha. Todos os pilares que me suportavam. Todas as pessoas que amei, deixaram-me. Todas que prometeram ficarem comigo para sempre, partiram sem mim. Nem mais um “Amo-te” na minha vida, nem mais uma palavra de consolo.

  È sempre a mesma merda. Já me acontece tantas vezes ver pessoas importantes partirem que deixou de ser uma sensação de dor e mágoa para passar a ser mais um déja vu. Mas mesmo assim, custa sempre.

  Não falo disto de modo a acabar favorecido. Nem preciso de contar as histórias a caírem para o meu lado, não quero que as pessoas tenham pena de mim. Não preciso dessas merdas que muita gente usa para se fazerem de coitadinhas.

 Sou também uma Puta. Sim sou uma puta, como toda a gente. Todos somos uma Puta. Mas não sou tanto como algumas pessoas. Nem metade do que algumas pensam que sou.

  Sei que falhei. Tenho completa noção disso. Falhei redondamente em tudo que sou e que fui. Falhei como amigo, como melhor amigo, como namorado, como companheiro, como colega mas… tenho a coragem de o admitir. Não tenho orgulho nenhum em o dizer mas tenho a coragem de o assumir.

  O que me consola é saber que em alguns dos casos não errei sozinho. E se as coisas não aguentaram não foi só minha culpa. Como costumava dizer alguém “quando uma amizade termina, não é só culpa de um lado, mas sim de ambos”.

 Para o ano uma nova vida começa para mim, espero. Tenho uma página completamente em branco á minha frente e terei que enfrentá-la.

 A vida é como uma máquina de jogos. Agora este jogo acabou e estou sozinho, a esperar que alguém apareça, e que insira uma moeda na ranhura para assim começar uma nova aventura a três dimensões .

  Ainda não estamos em 2010 e já perdi o que considerava de mais importante.

///INSERT COIN

 

Hoje estou: morto
Estou a ouvir: Nerina Pallot - Real Late Starter (Superpowerless mix)
publicado por JoãoVieira às 02:51
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Terça-feira, 22 de Dezembro de 2009

És um bocado puta.

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Estou a ouvir: Dennis Ferrer - Hey Hey
publicado por JoãoVieira às 15:48
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Domingo, 20 de Dezembro de 2009

Olá, queres ser a minha melhor amiga?

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 Não é nada de muito difícil, nem envolve qualquer tipo de responsabilidade. Só tens de estar presente na maior parte do tempo, dizer que me amas, mostrar que te preocupas comigo (mesmo que não estejas nem um pouco importada, o cinismo fica sempre bem), falar-me das tuas depressões e claro conseguir ouvir as minhas.

 Vamos ter montes de planos juntos. Com sorte dou-te alguma coisa pelo natal. Vou-me lembrar do teu aniversário, e pensar em algo bonito para esse dia. Se morares muito longe, não me importarei nem um pouco em percorrer essas centenas de quilómetros para estar contigo, pois és muito provavelmente a única pessoa que me consegue ter ao lado.

 Talvez possas falar mal de mim a outras pessoas, mas que mal faz? Quando dizermos que fica só entre nós é como se ficasse mesmo e então o resto não tem importância.

 Mais cedo ou mais tarde vamo-nos comer, como todos os melhores amigos, e o teu namorado terá isso em mente. Por isso não gostará nem um pouco de mim. Mal ele sabes que todas as gafes que ele comete na cama são do meu conhecimento.

 Vamos discutir muito, e por vezes chorar a falar ao telefone um com o outro. Eu vou aguentar com os teus dramas, tu vais aguentares as minhas bebedeiras. Vamos acabar muitas vezes chateados. Mas ao outro dia pomos a mão na consciência e pedimos desculpa pelo que dissemos e fizemos.

 Tu saberás de toda a minha vida, e eu saberei de grande parte da tua.

Como vês é tudo muito fácil, o mais difícil é continuar a seres a minha melhor á medida que o tempo corre, cada vez vai parecer mais difícil.

 Um dia vamos discutir à séria. Vamos continuar juntos mas não vai ser como antes. Mal nos vamos falar. E com o tempo acabamos mesmo por agirmos como se nem nos conhecermos, como se fossemos dois estranhos.
 A amizade é assim, tem tudo a ver com aparências. Se tudo parecer muito bonito então as coisas vão bem. Dizemos o tempo todo que vai ser para sempre mas acaba como todas as outras coisas boas, más, úteis e inúteis da vida.

 Nada neste mundo é permanente, já me habituei a isso.

 

Estou a ouvir: Serj Tankian - Lie Lie Lie
publicado por JoãoVieira às 22:00
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